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  <title>Eternal Sunshine Of The Spotless Mind</title>
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    <name>jessysnape</name>
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  <updated>2006-07-06T02:49:52Z</updated>
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    <title>Poeminha</title>
    <published>2006-07-06T02:35:30Z</published>
    <updated>2006-07-06T02:46:55Z</updated>
    <category term="poema"/>
    <lj:music>Giz - Legião Urbana</lj:music>
    <content type="html">&lt;p&gt;Resolvi publicar um poema, espero que não esteja muito ruim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Memórias de Infância&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Queria memórias,&lt;br /&gt;Queria lembranças.&lt;br /&gt;Queria um amigo de infância.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aquele com quem se pode contar,&lt;br /&gt;A qualquer hora,&lt;br /&gt;Para qualquer coisa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aquele que te viu crescer,&lt;br /&gt;Que te ajudou a crescer&lt;br /&gt;E que cresceu contigo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Queria um amigo&lt;br /&gt;Que comigo compartilhasse recordações&lt;br /&gt;De um tempo mágico,&lt;br /&gt;De uma época onde tudo era belo,&lt;br /&gt;De um momento onde éramos ingênuos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sempre quis esse amigo de infância&lt;br /&gt;E para mim ele nunca veio.&lt;br /&gt;Conservo, então, meus amigos de hoje&lt;br /&gt;Para que se tornem esses irmãos de amanhã.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Jessyca Medeiros&lt;br /&gt;05/07/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>jessysnape @ 2006-06-29T18:11:00</title>
    <published>2006-06-29T21:11:07Z</published>
    <updated>2006-07-06T02:49:52Z</updated>
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    <lj:music>Meninos e Meninas - Legião Urbana</lj:music>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Título:&lt;/strong&gt; Silêncio de Guerra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Autor(a):&lt;/strong&gt; Jessy Snape&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Beta:&lt;/strong&gt; Sandy. Super fofa! =)))&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gênero:&lt;/strong&gt; Gen, Angst.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Classificação:&lt;/strong&gt; PG-13&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Disclaimer:&lt;/strong&gt; Os personagens são da JK Rowling e a música é de Chico Buarque.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resumo:&lt;/strong&gt; Gritos mudos durante a guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Silêncio de Guerra&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Pai, afasta de mim esse cálice&lt;br /&gt;Pai, afasta de mim esse cálice&lt;br /&gt;Pai, afasta de mim esse cálice&lt;br /&gt;De vinho tinto de sangue&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;Pai, por que? O que fizemos? O que fiz? Depois de tanto tempo, Dumbledore enfim me contou onde vocês estavam e, no entanto, não parece me servir de nada. Pai ajude-me, onde quer que o senhor esteja! Há algum tipo de explicação ou motivo que ainda não me foi revelado? Algum segredo milenar que nos envolve e torna Voldemort menos poderoso? Eu preciso saber, pai. Ou então, afasta tudo isso de mim. Tire-me dessa vida miserável. O grande Harry Potter não tem mais forças para lutar. Não tem mais motivos pelo que lutar.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Como beber dessa bebida amarga&lt;br /&gt;Tragar a dor, engolir a labuta&lt;br /&gt;Mesmo calada a boca, resta o peito&lt;br /&gt;Silêncio na cidade não se escuta&lt;br /&gt;De que me vale ser filho da santa&lt;br /&gt;Melhor seria ser filho da outra&lt;br /&gt;Outra realidade menos morta&lt;br /&gt;Tanta mentira, tanta força bruta&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;- Dumbledore, o que eu faço? De vale todo dinheiro e poder agora?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;- Acalme-se, meu menino. Tudo irá se resolver a seu tempo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;- Não, não irá. Milhares de sonhos destruídos, milhares de vidas desperdiçadas. De que valeu eu ser filho de um Black ou de um Malfoy? De que, me diga? Era melhor ser um Weasley, mesmo contra tudo o que aprendi. O que ganhei sendo filho da pura, da rica, se os filhos dos pobres continuam por ai, felizes e contentes a seu modo, superando juntos as dificuldades da guerra? Por que, diretor, minha mãe tinha de ser mais uma vitima dessa brutalidade sem sentido? Sem razão? Sem verdade?&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Pai, afasta de mim esse cálice&lt;br /&gt;Pai, afasta de mim esse cálice&lt;br /&gt;Pai, afasta de mim esse cálice&lt;br /&gt;De vinho tinto de sangue&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;O que preciso para ser o que todos esperam de mim, pai? Por que, de todas as magias a que Dumbledore é capaz, ele não pode o trazer de volta a vida? Por que não pude ser criado por alguém que me amasse? Por quem eu amasse? Meus medos tratados com indiferença. Minha vida uma mera peça de xadrez, um mero pião nas mãos de poderosos. Dumbledore. Voldemort. Todos nos lembram uma única palavra, pai, uma única e singela palavra que pode salvar ou destruir um mundo: poder. É pela ganância de poder dos outros que nós morremos nessa guerra inútil. É pela ganância de um dos dois que eu vou ter que sujar minhas mãos com o sangue de um outro ser humano. Bom ou mal, mas ainda assim um ser humano.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Como é difícil acordar calado&lt;br /&gt;Se na calada da noite eu me dano&lt;br /&gt;Quero lançar um grito desumano&lt;br /&gt;Que é uma maneira de ser escutado&lt;br /&gt;Esse silêncio todo me atordoa&lt;br /&gt;Atordoado eu permaneço atento&lt;br /&gt;Na arquibancada pra a qualquer momento&lt;br /&gt;Ver emergir o monstro da lagoa&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;Como continuar nisso? Tantos anos de espionagem e eu ainda não consegui romper de vez com essa vontade louca de contar a todos que Voldemort quer atacar aqui ou matar ali. Não consigo compreender essa necessidade de Dumbledore em controlar toda a informação sobre a guerra e ele, e somente ele, distribuí-la entre quem pensa precisar saber. Todos precisam saber. Todos precisam ouvir. Todos precisam agir, pois somente assim a guerra terminará com um vencedor justo. Harry Potter matando Voldemort não se tornará um vencedor de fato. Todos assim pensarão e o aclamarão como o grande vitorioso da infindável guerra que nos abala. Porém ele, eu e todos os que realmente pararem para refletir sobre os fatos verão que só duas pessoas poderão ser vencedoras e/ou merecedoras das pompas impostas aos finalistas dessa corrida: Voldemort ou Dumbledore. Independente do lado vitorioso ou do finalizador dos confrontos, os reais merecedores das congratulações são os dois gênios por trás dessa guerra.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;Mas nada disso eu digo em voz alta. Nenhum dos dois gostaria que eu o fizesse. Estragaria seus planos. Sendo assim, me rebaixo à arquibancada e assisto, atento, como todo mundo, ao momento exato em que o monstro sairá da lagoa e destruirá os sonhos e desejos desses dois oponentes. No meu silêncio, em continuo atento.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Pai, afasta de mim esse cálice&lt;br /&gt;Pai, afasta de mim esse cálice&lt;br /&gt;Pai, afasta de mim esse cálice&lt;br /&gt;De vinho tinto de sangue&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;Pessoas aparecem para mim solicitas. Sempre prontas ajudar no que quer que eu precise. Muitas delas são verdadeiras, pai, mas, e as que não são? O que será necessário para que as pessoas vejam que eu não sou simplesmente obrigado a salvar o mundo e que, se o faço, é por uma estranha imposição de alguém em quem eu insisto em confiar, apesar de tudo? O que Dumbledore representa no meu inconsciente afinal que faz com que, cegamente, me deixe levar por suas palavras calmas e seus drops de limão? Tenho muito medo dele, mas acredito que ele seja só um velho recalcado por haver surgido alguém que, potencialmente, pode ser maior que ele. Será que eu tenho potencial para tanto? Ou será que toda a guerra é só mais um resultado de duas mentes perturbadas e inquietas com demasiado poder nas mãos?&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;De muito gorda a porca já não anda&lt;br /&gt;De muito usada a faca já não corta&lt;br /&gt;Como é difícil, pai, abrir a porta&lt;br /&gt;Essa palavra presa na garganta&lt;br /&gt;Esse pileque homérico no mundo&lt;br /&gt;De que adianta ter boa vontade&lt;br /&gt;Mesmo calado o peito, resta a cuca&lt;br /&gt;Dos bêbados do centro da cidade&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;De muito pensar já me esqueci. De muito lutar já me desgastei. De muito tentar, desisti. Essa é a história da minha vida no final das contas. Milhares de palavras e protestos engasgados eternamente na minha alma de lobo adormecido. Tentei, por muitos anos, lutar contra o preconceito dos magos a meu respeito, mas, como muitos antes de mim, foi em vão. Conquistei amigos, mas, ao final, nada me restou. Uma centelha de esperança incumbida de ajudar aos que confiam em mim e a minha voz já falha de tanto gritar, mas ainda verdadeira nas poucas palavras que pronuncia, é tudo o que ainda possuo. Minha voz vai se acabar, minha esperança vai se apagar, mas sei que, em algum momento, minha missão triunfará e eu serei liberto dessa fera enlouquecida que me consome. Acreditei em alguns, desconfiei de outros, mas nessa guerra, tudo o que vale é salvar a própria vida da ambição alheia. Alguma voz ainda ressonará no silêncio.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Pai, afasta de mim esse cálice&lt;br /&gt;Pai, afasta de mim esse cálice&lt;br /&gt;Pai, afasta de mim esse cálice&lt;br /&gt;De vinho tinto de sangue&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;Ao final, pai, lhe peço proteção. Peço-lhe que olhe por mim, pois não serei indiferente dos outros. Não serei indiferente aos que acreditam em mim. A fé que depositam em minha capacidade de lhes salvar a vida consegue ser maior do que a necessidade de me manter calado diante das injustiças causadas por essa infame guerra. Nenhuma individualidade é respeitada na guerra. Nunca uma só pessoa é afetada por uma inverdade. E é por isso que me mantenho na luta. É contra isso que eu quero lutar e é a respeito disso que preciso que você, meu pai. Olhe por mim e por todos os injustiçados que sofrem nessa guerra de dois jogadores&amp;nbsp; e inúmeros peões. Proteja-me, pai.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Talvez o mundo não seja pequeno&lt;br /&gt;Nem seja a vida um fato consumado&lt;br /&gt;Quero inventar o meu próprio pecado&lt;br /&gt;Quero morrer do meu próprio veneno&lt;br /&gt;Quero perder de vez tua cabeça&lt;br /&gt;Minha cabeça perder teu juízo&lt;br /&gt;Quero cheirar fumaça de óleo diesel&lt;br /&gt;Me embriagar até que alguém me esqueça&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;- Dumbledore, acabou. – disse uma voz decidida ao entrar sem aviso na sala do diretor.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;- O que quer dizer com isso, Harry? – disse a voz sempre bondosa, um tanto alterada pela situação.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;- Acabou. Não sou mais seu peão. Nem seu, nem de Voldemort. Vou atrás dele agora. Por todos, menos por você. Por Draco que sofreu horrores nas mãos dele. Por Snape que ainda sofre. Por Remus que quase enlouqueceu depois da morte de Sirius que, por algum acaso, você não quis impedir. Por meus pais que morreram por mim. Por todos que envolvidos ou não nessa guerra, que sofrem essa imposição do terror silencioso. Por todos que tem vontade de falar, de se expressar e não podem, porque você ou Voldemort estão sempre atrás de mais poder. E nós não podemos atrapalhá-los. Quando eu voltar, você vai para St.&amp;nbsp; Mungos, Dumbledore, nem que seja a força.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;- E eu estou de acordo, Albus. – disse a voz grave de Severus entrando na sala.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;- O que...? Mas vocês não podem me...?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;- Sim, nós podemos, Dumbledore. De nada adiantará acabar com a ameaça de Voldemort se você continuar a solta por ai, mandando e desmandando na vida de qualquer um que cruzar o seu caminho. Há mais de 20 anos vem sendo assim, Dumbledore, mas alguém tem de por um fim nisso. Se eu vou acabar com as ameaças dessa guerra, será com todas. Tem de haver um grito de liberdade em meio a todo esse silêncio.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Fim&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Música: Cálice – Chico Buarque&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Jessy Snape – 25/02/2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>jessysnape @ 2006-06-23T01:08:00</title>
    <published>2006-06-23T04:08:35Z</published>
    <updated>2006-06-23T04:08:35Z</updated>
    <category term="romance"/>
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    <lj:music>Sério - Ludov</lj:music>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Título: &lt;/strong&gt;Dorme Em Paz&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Autor(a): &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.livejournal.com/userinfo.bml?user=jessysnape"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img height="17" alt="jessysnape" src="http://www.livejournal.com/img/userinfo.gif" width="17" align="absMiddle" border="0"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="FONT-WEIGHT: 800" href="http://www.livejournal.com/users/jessysnape/"&gt;Jessy Snape&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Beta:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.livejournal.com/userinfo.bml?user=ivanabh"&gt;&lt;img height="17" alt="ivanabh" src="http://www.livejournal.com/img/userinfo.gif" width="17" align="absMiddle" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="FONT-WEIGHT: 800" href="http://www.livejournal.com/users/ivanabh/"&gt;Ivi&lt;/a&gt; Brigadão, moça! =D&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Casal:&lt;/strong&gt; Harry Potter / Seveus Snape&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gênero:&lt;/strong&gt; Romance&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Classificação:&lt;/strong&gt; PG&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Disclaimer:&lt;/strong&gt;  Os personagens são da JK Rowling e a música é da banda Ludov.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resumo:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Conselhos e aconchegos. E alguém para nos dar força em uma guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;~ * ~ * ~&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Dorme Em Paz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Chego exausto as masmorras. Foi uma reunião particularmente desgastante. O Lord das Trevas estava mais irado que nunca com a falha do último ataque. Sinto-me ser abraçado na escuridão da sala. É Harry. Sempre sabe quando sou chamado por Voldemort e sempre me espera para que durmamos juntos. Ainda que diga que seu quarto de professor na torre da Grifinória seja mais aconchegante. Uma de suas manias, pensar que pode me proteger.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Deixo-me ser levado em direção ao quarto. Ele troca minhas roupas gentilmente pelo camisolão com o qual durmo e me puxa para a cama. Senta-se com as costas apoiadas nos travesseiros e me faz deitar com a cabeça em seu colo. Outra mania, a de me afagar os cabelos. Não consigo entender sua motivação, mas é sempre agradável demais para que reclame.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Dorme em paz, já é madrugada&lt;br /&gt;Não dê ouvidos aos ruídos, essa falta de ar&lt;br /&gt;Meu amor, não pense mais em nada&lt;br /&gt;Feche os olhos e as janelas,&lt;br /&gt;Deixe o sono te levar pelo escuro&lt;br /&gt;Ser donzela ou matar mil dragões&lt;br /&gt;Ter cautela ou seguir furacões&lt;br /&gt;Deixa o sono te levar&lt;br /&gt;Deixa eu te ninar&lt;br /&gt;Dedilhar os teus cabelos&lt;br /&gt;Teus pesadelos vão terminar&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Relaxe, Severus. – ele diz em uma voz baixa, quase rouca – Finja que nada disso existe e durma em paz. Feche os olhos e deixe o sono te levar. Esvazie a mente de preocupações enquanto dedilho seus cabelos. Não pense no que fazer amanhã. Respire fundo e se concentre em sua respiração. Eu vou estar aqui com você, Severus. E, de algum jeito, terminarei com seus pesadelos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nunca me sinto muito digno de suas palavras. Nunca me sinto digno, nem mesmo, do que ele sente por mim. Mesmo sentindo o mesmo por ele. Mesmo sabendo que o amo, não me sinto digno de seu amor. Mas, nessas horas, somente sigo o som de suas palavras e me deixo levar por elas.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Já é tarde pra mais uma rodada&lt;br /&gt;Seus problemas e dilemas não estão mais aqui&lt;br /&gt;Tanto faz ser vítima ou culpada&lt;br /&gt;Abra os olhos e as janelas&lt;br /&gt;Deixe o sol te iluminar&lt;br /&gt;Deixe tudo pra lá&lt;br /&gt;Se teus sonhos vêm na contramão&lt;br /&gt;Se teus monstros vêem na escuridão&lt;br /&gt;Deixa o sol te iluminar&lt;br /&gt;Deixa eu te ninar&lt;br /&gt;Deixa eu perder meus dedos nos teus cabelos&lt;br /&gt;Teus pesadelos vão terminar&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Deixe seus problemas do lado de fora. Deixe, por hora, de ter qualquer papel nessa guerra. Seja apenas você mesmo. Se deixe ser feliz, Severus. Deixe tudo para lá. Deixe-me cuidar de você. Eu te amo, Severus.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Eu mentalmente digo que o amo de volta. Lágrimas já me vêm aos olhos e não as reprimo. Não choro há anos, mas tenho com ele intimidade suficiente para que minhas barreiras caiam totalmente. Ele fica calado por um tempo. E é só o que meus pensamentos precisam para começar a vagar por minha mente e me levar a soluçar. Ele desce a mão de meus cabelos até meu peito e afaga meu coração como a dizer que está ali comigo. Esses gestos significam muito para mim. São esses raros momentos em que me deixo acreditar que não estou sozinho e que sempre haverá alguém para quem voltar.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Fala a verdade, por favor&lt;br /&gt;Diz que é mentira esse rumor&lt;br /&gt;Que você vive sofrendo&lt;br /&gt;Que você anda morrendo de pavor&lt;br /&gt;Fala a verdade&lt;br /&gt;Diz que é mentira&lt;br /&gt;Que você vive sofrendo&lt;br /&gt;Que você anda morrendo por amor&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Se deixe sonhar com coisas felizes, Severus. Se deixe acreditar que estou aqui para você. E, no fim, deixe que todos saibam o quanto você fez de bom nessa guerra, meu amor. Mostre que você os ajudou e mostre que não foi nada fácil. Eu sei que você tem medo. Acho que mais ninguém realmente enxerga isso. Fale para você mesmo o quanto já fez. Admita que tem medo e admita que ama. E, Severus, se lembre que estarei aqui quando você acordar e durma em paz.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ele realmente parece ter o dom de me acalmar. Eu, por fim, relaxo em seus braços e durmo, sonhando com ele e com um futuro.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Fim&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Música: Dorme Em Paz – Ludov&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Jessy Snape – 20/06/2006&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>Sentimentos e Sensações</title>
    <published>2006-06-05T05:12:52Z</published>
    <updated>2006-06-05T05:12:52Z</updated>
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    <lj:music>Dois A Rodar - Ludov</lj:music>
    <content type="html">Estou em um daqueles dias em que parece que podemos vencer o mundo. Por que? Por uma simples demonstração de confiança de uma amiga. Não é nada e é tudo. Só o fato de que é confia em mim o suficiente pra me contar alguma coisa me faz mais feliz. Já errei com ela antes e, hoje, tenho a certeza de que não erro de novo.&amp;nbsp;A amo de verdade.&amp;nbsp;E sinto o coração leve só por saber disso.</content>
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    <title>jessysnape @ 2006-05-07T21:11:00</title>
    <published>2006-05-08T00:01:40Z</published>
    <updated>2006-05-08T00:01:40Z</updated>
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    <lj:music>The Chronicles Of Narnia - The Battle</lj:music>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#400040"&gt;Será que dá pra entender? Espero que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim chego a esta cidade repleta de um silêncio morto. Morto por vozes sepulcrais das quais não identifico origem. Parecem seres possuídos por demônios e configurados a sua própria face. Olho a volta e há somente o cinza. As vozes rebatem nos prédios e parecem sempre terminar dentro de minha própria alma inquieta. Andando um pouco mais, chego a um hospital, onde nada mais pode ser sentido além do pútrido odor da morte. Cadeiras viradas, janelas quebradas e macas espalhadas por toda parte. Parece que um vendaval passara por ali. Foram os demônios. É daqui que vem as vozes. Há uma imponente figura no topo da escada parcialmente destruída. Ela me chama. Subo as escadas e estico a mão em sua direção. Sinto uma grande descarga em meu peito. Pisco e me deparo com o teto branco deste mesmo hospital. Haviam logrado no intento de me salvar da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>jessysnape @ 2006-04-27T01:14:00</title>
    <published>2006-04-27T04:14:51Z</published>
    <updated>2006-04-27T17:27:52Z</updated>
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    <lj:music>Melhor Lugar - Jorge Vercilo</lj:music>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Torcendo para alguém ler...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é uma fic, é um textinho de 314.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estranha Vida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma noite sem dormir. Pesadelos sem fim a consumi-lo. Acostumara-se com isso. Por que deveria se importar em sentir? Ninguém se importava em sentir do que dele se esvaía. Sua infância, seus medos e suas crenças jamais levadas a sério. Não deveria se importar de verdade. Nunca ninguém para lhe ler histórias ou lhe dar boa noite. Nunca. Só mais uma noite de breu. Mais uma noite de tristeza. Deveria mesmo somente olhar a lua e pensar que, um dia, alguém viria lhe salvar, mesmo que isso fosse só mais uma ilusão de sua mente. Vivera até agora dentro de sua própria mente. Qual o grande problema nisso? Já que não podia se dar ao luxo de sonhar, dava-se ao luxo de imaginar. Uma das últimas coisas que lhe restava e que lhe mantinha a sanidade. Precisava disso. Precisava imaginar que um dia seus pais lhe salvariam daquilo. Precisava imaginar que um dia alguém lhe amaria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, por fim, alguém lhe amou. No final, alguém lhe resgatou de sua consumição. Agora lhe era grato. Amava-lhe com toda sua alma. E achava mais do que justo lhe dizer isso. Mas como fazê-lo se lhe soava falso e mentiroso? Sabia que não o era, mas não havia como dizer de forma que não o soasse. Viu por bem então ficar quieto. Talvez um dia pudesse demonstrar de alguma maneira. Ou talvez um dia isso não lhe parecesse mais tão errado. Porque era como se fosse errado o que fazia. Como se fosse um crime o ato de amar. Mas para si era. Era um erro grotesco. Não lhe fora ensinado, não lhe fora mostrado que deveria amar alguém. Aprendera somente a reconhecer o ódio, a ambição. Aprendera a reconhecer formas de vencer, mas nunca lhe disseram que poderia vencer com seu amor. E isso precisou aprender com a vida. Talvez tenha sido melhor assim. Talvez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="cutid2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>jessysnape @ 2006-04-11T01:58:00</title>
    <published>2006-04-11T04:45:51Z</published>
    <updated>2006-04-11T04:45:51Z</updated>
    <lj:music>Standing In The Way - Once More, With Feeling... (Buffy Musical)</lj:music>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Primeiro um teste pra ver se eu consigo fazer um lj-cut. Depois eu tento postar no PSF... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Título:&lt;/strong&gt; Encontros Casuais&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Autor(a):&lt;/strong&gt; &lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.livejournal.com/userinfo.bml?user=jessysnape"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;img height="17" alt="jessysnape" src="http://www.livejournal.com/img/userinfo.gif" width="17" align="absMiddle" border="0"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="FONT-WEIGHT: 800" href="http://www.livejournal.com/users/jessysnape/"&gt;&lt;font size="2"&gt;Jessy Snape&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="2"&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Beta:&lt;/strong&gt; &lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.livejournal.com/userinfo.bml?user=lilibeth9"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;img height="17" alt="lilibeth9" src="http://www.livejournal.com/img/userinfo.gif" width="17" align="absMiddle" border="0"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="FONT-WEIGHT: 800" href="http://www.livejournal.com/users/lilibeth9/"&gt;&lt;font size="2"&gt;Lilibeth&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="2"&gt;&amp;nbsp;Brigadinha, moça!&amp;nbsp;^.^ &lt;br /&gt;Inclusive pelos comentários no final.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Classificação:&lt;/strong&gt; PG&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Casal:&lt;/strong&gt; Harry Potter/Draco Malfoy&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Avisos:&lt;/strong&gt; Slash &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Disclaimer:&lt;/strong&gt; Todos os personagens são da J.K. Rowling... Eu só os pego emprestado de vez em quando... &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comentários:&lt;/strong&gt; Fic em resposta ao desafio de Páscoa. Espero que gostem! *morre de vergonha* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="cutid2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Encontros Casuais&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size="2"&gt;Estava ali sentado fazia já algum tempo, bebericando o chocolate quente e comendo alguns biscoitos. Na verdade, estava esperando Draco. Há algumas noites vinham se encontrando "casualmente" na cozinha de Hogwarts.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- Potter! - a voz arrastada soou como música em seus ouvidos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- O que é, Draco?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- Nada. Vim buscar água e, já que estava por aqui, resolvi te importunar um pouco. - deu uma pausa olhando desconfiado para a xícara que o outro tinha nas mãos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- O que está bebendo?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- Chocolate quente. - respondeu, finalizando a xícara e servindo-se de mais um pouco.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- Como pode beber chocolate quente e comer biscoitos de chocolate ao mesmo tempo?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- Sou chocólatra. - disse Harry dando de ombros.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- Não entendo como alguém pode gostar tanto de uma coisa tão doce. Isso faz mal aos dentes.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Draco vinha andando em sua direção como um felino. Há dias não se preocupavam mais se os elfos poderiam vê-los.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- Nada que um dentista não resolva.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- Hein?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- Nada. Coisa de trouxas. - Harry resmungou se levantando e fechando o espaço entre os dois. Segurou Draco contra seu corpo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- Não quer provar?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Draco atacou sua boca, talvez querendo mesmo descobrir se o tal doce era tão bom como diziam. Ou talvez não.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Harry já esperava por isso, mas não acreditava que o gosto de Draco pudesse combinar tão bem com o sabor do bendito doce. Sentiu deliciado quando o outro mergulhou as mãos nos seus cabelos, se deixando levar. Apertou o outro mais contra si, cheio de saudade. Aqueles eram os únicos momentos onde se tratavam bem, e ele os amava.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Quando o ar já era mais do que necessário se soltaram.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- Pensando bem, acho que essa coisa pode ser suportada.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;- Suportada, uhn? – Harry sussurrou com um meio sorriso e beijou o loiro novamente, disposto a provar-lhe que chocolates podiam ser mais do que viciantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a name="cutid3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>jessysnape @ 2006-04-08T17:00:00</title>
    <published>2006-04-08T19:47:15Z</published>
    <updated>2006-04-08T19:47:15Z</updated>
    <lj:music>Lluvia de Verano - Diego Torres</lj:music>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;font face="Arial Narrow"&gt;Pensando em dar uma segunda&amp;nbsp;chance pro&amp;nbsp;lj bunitão... Será que dessa vez eu mantenho? Ao menos, entendi um pouco melhor o Semagic com o &lt;a href="http://moderadora.livejournal.com/5777.html#cutid1" target="_blank"&gt;tutorial&lt;/a&gt;&amp;nbsp;da &lt;span class='ljuser ljuser-name_moderadora' lj:user='moderadora' style='white-space: nowrap;'&gt;&lt;a href='http://moderadora.livejournal.com/profile'&gt;&lt;img src='http://l-stat.livejournal.com/img/userinfo.gif' alt='[info]' width='17' height='17' style='vertical-align: bottom; border: 0; padding-right: 1px;' /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href='http://moderadora.livejournal.com/'&gt;&lt;b&gt;moderadora&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando em colocar uns poemas por aqui tb. Quem sabe...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.Jessy.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>Teste</title>
    <published>2005-03-31T01:39:17Z</published>
    <updated>2005-03-31T01:39:17Z</updated>
    <content type="html">&lt;font face="Arial" color="#400000"&gt;Espero que de certo.&lt;/font&gt;</content>
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